Archive for March 27, 2015

O seu filho fica até tarde “ligado” ao telemóvel ou tablet?

Se quer evitar que os seus filhos fiquem agarrados ao telemóvel até altas horas, saiba que agora dispõe de uma útil aplicação, que o vai poupar a ter que espreitar pelo buraco da fechadura.

A app Goodnight permite definir uma hora para o smartphone ou o tablet se desligarem. Caso os aparelhos estejam a ser usados após essa hora, é emitido um alerta para o telemóvel dos pais.

Aplicação Goodnight

De facto, muitos pais travam uma luta diária com os filhos jovens e adolescentes, para que se libertem dos telemóveis à hora de dormir. Esta ajuda extra irá facilitar essa missão.

A app está preparada para diferentes plataformas móveis e é instalada simultaneamente no telemóvel dos pais e dos filhos. Os pais definem um intervalo horário durante o qual o equipamento não pode estar em uso.

É claro que muitos filhos irão tentar desinstalar a app, mas também nesse caso o telemóvel dos progenitores será notificado.

A aplicação está disponível para iOS e Android e tem um custo de 2,99 € no iOS e de 2,37 no Android. Em nossa opinião é um pequeno investimento que compensa.

Windows 10 gratuito!

Em semana de anúncios inesperados por parte da Microsoft, aquele que mais terá surpreendido o mundo digital foi aquele em que a empresa americana divulgou que a actualização para o Windows 10 acontecerá de forma gratuita para quem utiliza o Windows actualmente… mesmo os utilizadores que dispõem de cópias piratas.

Microsoft-windows10

A “bomba” foi largada por Terry Myerson, responsável da Microsoft, em entrevista à agência Reuters. Segundo ele, a Microsoft está a actualizar a lista de computadores qualificados para receberem gratuitamente o Windows 10, incluindo os sistemas não originais. Contudo, o conceito de “qualificado” não ficou bem definido.

O objectivo desta iniciativa da Microsoft será trazer mais utilizadores “piratas” para a versão legal do sistema operativo.

Nalguns mercados, como a China, a percentagem de cópias pirata do Windows chega aos 75%.

Por isso, ainda não se sabe se esta medida da Microsoft irá ser global, ou se será adoptada apenas nos mercados com maior taxa de versões ilegais.

Recordamos que a Microsoft já havia anunciado que o upgrade para o Windows 10 seria gratuito durante o primeiro ano após o lançamento, que deverá acontecer no terceiro trimestre do ano, em cerca de 190 países e em 111 idiomas diferentes.

A MisterPC realiza a instalação optimizada do seu sistema operativo, recorrendo às melhores ferramentas profissionais, de forma a garantir um óptimo resultado final.

 

Converter aparelhos Android em Windows

Não. Não estamos a falar de uma qualquer aplicação duvidosa. Foi a própria Microsoft que anunciou o desenvolvimento de um software que, de forma automática, apaga o Android e instala o Windows.

Converter Android em Windows

Ainda não são conhecidos grandes pormenores sobre este projecto da Microsoft mas alguns rumores apontam para uma aplicação que, de facto, substitui totalmente o Android pelo Windows, não se tratando apenas de uma skin diferente ou da simples troca de serviços da Google pelos da Microsoft.

Outra hipótese sugerida seria o dual-boot, ou seja, o utilizador teria a possibilidade de escolher qual o sistema operativo a arrancar o dispositivo. No entanto, também essa ideia foi posta de parte. A substituição será total e completa.

Este programa irá começar a ser lançado na China, aproveitando as restrições governamentais ao Google Play e a forte comunidade de utilizadores ligada à empresa Xiaomi, com quem a Microsoft estabeleceu uma parceria para o efeito.

Não obstante, a marca americana conta poder divulgar de forma massiva esta aplicação a curto prazo.

Conheça o novo Apple MacBook

A Apple sempre apostou forte no design dos seus produtos. Aliás, é essa uma das principais características distintivas da marca. No entanto, elevou ainda mais a fasquia com a sua mais recente estrela: o MacBook, apresentado ao público na semana passada.

Novo Apple MacBook

Se achava que o MacBook Air era elegante, surpreenda-se com este novo portátil da Apple: pesa menos de 1kg e é 24% mais fino que o MacBook Air, tendo apenas 13 milímetros de espessura na sua zona mais grossa. Num mundo em que cada vez mais os smartphones e os tablets ganham espaço aos notebooks, estas características (peso e dimensão) que favorecem a portabilidade ganham uma relevância adicional.

Novo Apple MacBook

O teclado retroiluminado, cada botão com o seu LED, destaca-se pelo seu mecanismo, também ele, mais fino, com teclas mais amplas que permitem uma maior precisão na escrita.

Novo Apple MacBook

O ecrã de 12 polegadas e resolução de 2.304×1.440 píxeis, permite uma redução até 30% do consumo de energia, face aos outros modelos da Apple.

Novo Apple MacBook

O trackpad foi equipado com um inovador sistema que transmite uma reacção produzida por software quando o utilizador lhe toca. Deixa de haver, portanto, o clique mecânico. O botão direito deixou de existir, passando a haver um “toque por força”.

Como não tem ventoinha (mais uma inovação dentro da gama Apple), praticamente não terá ruído. O portátil está equipado com processador Intel Core M 1,1GHz, com possibilidade de literalmente ligar o turbo, acelerando até aos 2,4GHz.

Na sua versão mais potente, o MacBook está dotado de um dual-core a 1,2GHz, com 2,6GHz em turbo.

A aposta da Apple na elevada portabilidade do equipamento reflete-se também na sua autonomia que pode chegar às 9 horas em navegação na Internet e às 10h de vídeo a partir do iTunes, segundo dados da própria empresa.

E já ouviu falar na norma USB-C? É uma entrada USB mais reduzida, com maior capacidade de transferência de dados, reversível e vem incluída no MacBook. Mais uma vez, a Apple muda os standards.

Novo Apple MacBook

O novo portátil da Apple estará brevemente no mercado, começando a ser expedido a 10 de Abril. Os preços variam entre os 1.299 dólares para a versão de 256GB de disco e os 1.599 dólares para a versão de 512GB. Ambos estão equipados com 8GB de RAM.

Apesar deste lançamento, os antecessores MacBook Air e MacBook Pro vão continuar no mercado e serão modificações de modo adaptarem-se às exigências do público.

Todos os modelos serão equipados com a nova geração dos processadores Intel Core i5 e i7, bem como com a nova versão da entrada Thunderbolt 2.

A Apple reservou no entanto alguns upgrades para determinados modelos. O MacBook Air de 13 polegadas terá uma memória flash mais rápida e uma placa gráfica Intel HD 6000.

O MacBook Pro de 13 polegadas virá equipado com o novo trackpad Force Touch.

Alargado o prazo do Programa de Substituição do Botão Suspender/Reactivar do iPhone 5

Se tem um iPhone 5, saiba que agora dispõe de mais um ano para poder substituir, de forma gratuita, o botão “Suspender/Reactivar” do mesmo, à semelhança do que já tinha acontecido com o Programa de Substituição de Bateria.

iphone mais rápido

Assim sendo, o período previsto no Programa passa a ser de 3 anos, após a data da compra.

Este serviço da Apple arrancou em Abril do ano passado, quando foram reportados vários casos de problemas com o botão de bloqueio do iPhone 5, sendo que o mesmo deixava de funcionar de modo correcto, podendo até deixar de funcionar por completo.

Esta extensão do programa garante mais um ano de cobertura para que o botão possa ser substituído sem custos para o utilizador. Vários comentários publicados online dão conta que algumas reparações relacionadas com este problema implicam a troca de todos os botões ou até mesmo da bateria.

Para mais informações sobre este Programa da Apple, contacte os serviços de assistência técnica da MisterPC.

iPhone: genuíno ou imitação?

Viu na Internet um iPhone 6 a um preço mesmo apetecível. Quando a esmola é muita o pobre desconfia. Será mesmo genuíno ou uma imitação muito bem feita?

iphone6: real vs fake

O Blog MisterPC apresenta-lhe algumas dicas para que possa verificar se o aparelho que tem em mãos é um iPhone de verdade ou uma cópia.

 

1 – A embalagem

A caixa verdadeira do iPhone inclui diversas inscrições. Na maior parte das réplicas, a embalagem não tem nada impresso.

No interior da caixa original existem 3 espaços: para os phones, para o carregador e para o cabo lightning.

2 – Impressão digital

Se a caixa passou no seu exame, há um método muito simples e imediato para validar a genuinidade do iPhone 6: testar o sensor de impressões digitais. As cópias não têm esta função.

3 – A maçã

Mas há outros pormenores que lhe permitem aferir da autenticidade do iPhone.

Se a maçã, símbolo da Apple, for opaca, está perante uma imitação.

4 – Software

A nível de funcionamento, as cópias também apresentam algumas diferenças. Nas imitações, a frase “deslize para desbloquear” não contém o efeito de luz característicos dos iPhones verdadeiros.

Para os mais distraídos, que não reparam nestes pormenores, há uma diferença mais assinalável: em vez da App Store, as cópias têm o Google Play.

5 – Home

Ao tocar duas vezes no botão Home de um iPhone 6 genuíno as aplicações do topo da tabela descem para o meio. Algo que não acontece nos falsos.

A MisterPC presta assistência técnica ao iPhone, reparando qualquer tipo de avaria. O diagnóstico é sempre gratuito

Galaxy S6 ou iPhone 6?

São os smartphones do momento e despertam verdadeiras paixões nos seus fãs. Lançado há poucos dias, o Galaxy S6 tem por missão combater a crise que se apoderou da Samsung. Apesar de não trazer consigo nenhuma grande inovação, reina a curiosidade para saber se tem os argumentos necessários para combater o seu principal rival, o iPhone 6 da Apple.

Samsung-Galaxy-S6-vs-iPhone-6

A tarefa não é fácil. O iPhone 6 contribuiu para o trimestre mais lucrativo de toda a história da Apple, ultrapassando os 74 milhões de vendas. Por seu lado, a Samsung luta para não ter prejuízo.

Mas isto são dados financeiros. Para sabermos qual é, de facto, o melhor, só mesmo analisando as principais características de cada um deles.

Desempenho

O S6 utiliza processador Exynos 7420 octa-core de 64 bits que, juntamente com os 3GB de RAM, oferece um desempenho impressionante.

A versão da TouchWiz combinanda com o Android 5.0 Lollipop permite que o software funcione de maneira fluída sem travamentos.

O iPhone 6 está equipado com processador A8 dual-core 64 bits de 1,39GHz, combinado com 1GB de RAM ficando, neste aspecto, a perder face ao equipamento da Samsung. No entanto, essa desvantagem é puramente teórica. A Apple é extremamente cuidadosa na fusão entre hardware e software, para que ambos ofereçam o máximo desempenho possível.

Projecto

O Galaxy S6 distingue-se dos seus antecessores por ter uma qualidade de construção notavelmente superior. De facto, eram muitas as críticas ao plástico utilizado no fabrico de vários smartphones topo de gama. Já o plástico utilizado actualmente parece ser de qualidade superior e vem acompanhado com bordas em metal e uma traseira de vidro, conferindo ao dispositivo um ar distinto e de classe.

Quanto ao iPhone, sempre foi conhecido pela elevada qualidade dos materiais que incorpora. Por outro lado, nota-se uma evolução face ao iPhone 5S, sendo mais fino e maior. A traseira é toda em metal, podendo sentir-se a qualidade simplesmente ao segurar o aparelho na mão.

O S6 prova que a Samsung está atenta a esta evolução do design da Apple, tendo ambos os aparelhos algumas semelhanças.

Ecrã

O S6 adopta um ecrã Super AMOLED, com 5,1 polegadas e uma resolução de 1440 x 2560 pixéis. Na verdade, trata-se de um dos melhores ecrãs existentes no mercado, com 577 pixéis por polegada.

Neste aspecto, a Apple fica a perder. O iPhone 6 possui um ecrã de 4,7 polegadas com uma resolução de 750 x 1334 pixéis, proporcionando 326 pixéis por polegada, manifestamente inferior ao seu concorrente directo.

Por isso, calcula-se que, na próximo geração do iPhone seja utilizado um ecrã HD.

Câmara

O S6 está equipado com câmara traseira de 16 MP, lente de 1.9 e tecnologia de estabilização óptica. De acordo com os executivos da Samsung, que compararam fotos tiradas pelo S6 e pelo iPhone 6, a câmara possui uma qualidade perfeita em todas as condições de luz, mesmo em ambientes mais escuros.

O S6 dispõe também de um sistema exclusivo que permite combinar várias fotos para ter uma imagem ideal. A câmara frontal possui 5 MP com lente de 1.9. Apresenta uma melhoria face aos antecessores, permitindo captar até 60% mais luz.

Face a estes números impressionantes, o iPhone 6 fica, mais uma vez, fragilizado. A sua câmara traseira é de 8 MP, quedando-se a frontal pelos 1.2 MP.

No que diz respeito aos vídeos, o S6 volta a apresentar-se como o mais forte, filmando em 4K na câmara traseira e em full HD na frontal. Por sua vez o iPhone 6 filma em full HD na câmara traseira e HD na frontal. O único aspecto em que o iPhone 6 fica a ganhar é na gravação, sendo os vídeos registados a 60 fps, enquanto que o S6 fica-se pelos 30 fps. Deste modo, o dispositivo da Apple apresenta uma maior riqueza nos detalhes.

Bateria

Neste campo, o S6 desiludiu muita gente, ao apresentar uma bateria inferior à do S5. Mas é apenas uma questão de tamanho: o S5 possui uma bateria de 2800 mAh, enquanto que o S6 uma de 2550 mAh.

O que teremos que considerar ao avaliar este factor é a capacidade de fazer mais com menos energia. Mas, para isso, teremos que esperar um pouco mais.

Já o iPhone 6 possui uma bateria de 1810 mAh, o que indica que venha a ter um desempenho inferior face ao smartphone da Samsung.

Outras características

Apesar das melhorias no sensor de impressão digital do S6, a Apple continua superior com o seu Touch ID.

Outro ponto a favor do iPhone é a integração com o Mac OS X, algo que um sistema Android não pode oferecer.

Conclusão

Se olharmos apenas para as especificações técnicas, o S6 leva alguma vantagem. Contudo, uma comparação entre os dois aparelhos deve ter também em conta a experiência do utilizador e a qualidade de fabrico, variáveis nas quais o iPhone ainda se destaca, por isso, a decisão é sua: a solidez do ambiente Apple integrado num smartphone de alta qualidade, ou um desempenho poderoso com especificações técnicas ao mais alto nível?

O seu Cartão de Cidadão é seguro?

Poucos serão os leitores que saberão o que é um PKI. Mas todos terão Cartão de Cidadão (CC). E o que é que uma coisa tem a ver com a outra?

Segurança Cartão de Cidadão

Convém, em primeiro lugar, explicar o que é um PKI: é uma camada de encriptação que impede um serviço de espionagem de entrar num chip e modificar a informação nele contida. O seu CC, caro leitor, possui dois níveis de PKI, ou seja, duas camadas de protecção.

Mas os serviços de espionagem andam atrás dos nossos cartões de cidadão?

Directamente, talvez não. É isso que os especialistas ainda estão a tentar apurar.

Semana passada, Edward Snowden (quem mais poderia ser?) revelou que a NSA (EUA) e o GCHQ (Reino Unido) atacaram a Gemalto, uma das maiores empresas fabricantes de cartões SIM do mundo. O objectivo desses ataques seria obter chaves para desencriptar comunicações de telemóveis em todo o Mundo.

O problema é que a Gemalto não produz apenas cartões SIM. Milhões de CC em Portugal estão equipados com chips provenientes desta marca.

Na sequência da denúncia, a empresa deu uma conferência de imprensa na qual confirmou os ataques. Contudo, os responsáveis da Gemalto aproveitaram para tranquilizar a opinião pública, garantindo que os esses ataques terão sido travados pelo complexo sistema de segurança da empresa. A Gemalto nega que haja qualquer risco para as aplicações que usam a sua tecnologia, incluindo os CC portugueses.

No entanto, dado o lapso de tempo entre os primeiros ataques identificados e esta denúncia, persistem as dúvidas sobre o real impacto do caso.

Em Portugal, a Imprensa Nacional – Casa da Moeda (INCM), responsável pela emissão do Cartão de Cidadão já se pronunciou, manifestando-se atenta aos desenvolvimentos destas revelações. Por seu lado, o Gabinete Nacional de Segurança (GNS), instituição que garante a auditoria ao sistema do CC, informou que o chip incorporado no principal documento de identificação português cumpre com “as mais altas exigências internacionais, nomeadamente, com a certificação CC EAL 4+”. Mas os cuidados do GNS não ficam por aqui. Está para breve a auditoria anual que supervisiona todo o sistema de suporte ao CC.

Os especialistas dizem que ainda é cedo para se tirar conclusões sobre o real impacto do caso Gemalto nos CC portugueses, que combinam tecnologia da empresa com tecnologia da INCM.

Apesar de alegadamente os ataques terem incidido apenas nos cartões SIM, o GNS deverá avaliar se os mesmos atingiram ou não os CC.

Não se sabe ao certo quantos CC estão equipados com chips da Gemalto, mas de acordo com comunicados da empresa, estão previstos dois milhões de chips por ano para o Estado Português, a partir de 2007.

O CC funciona com duas chaves de segurança: uma pública, que o utilizador recebe quando necessita assinar um documento electrónico e uma privada, armazenada dentro do CC. Todo o processo de geração das chaves é controlado pela INCM, o que reduz as probabilidades de haver impacto dos ataques nestes chips.

E o meu telemóvel, está seguro?

Os principais operadores de comunicações móveis já vieram a público tranquilizar os seus clientes. A Vodafone informa que desde 2006 deixou de utilizar produtos da Gemalto. Por sua vez, a Nos comunicou que a Gemalto não é a sua principal fornecedora e que se mantém atenta aos desenvolvimentos do tema. A PT admitiu que usa cartões da Gemalto, mas salvaguarda a utilização de “algoritmos de encriptação robustos, de acordo com as recomendações da GSM Association”.

O meu cartão multibanco tem um chip, estou seguro?

É verdade que, para além dos SIM e dos CC, a Gemalto equipa também passaportes e cartões bancários. A empresa reitera que apenas os SIM terão sido afectados pelos ataques dos serviços de espionagem americanos e britânicos.

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