Archive for February 28, 2015

Reparamos o seu MAC a preços de PC

Agora já pode encontrar assistência técnica ao seu computador Apple, na MisterPC.

broken-macbook-air-sell Reparação iMac-MacBook

Resolva qualquer tipo de problema no seu Macbook ou iMac:

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  • Problemas de lentidão
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  • Outros problemas

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Ataque cerrado ao Android

Definitivamente, o Android está sob ataque cerrado.

A própria Google, proprietária deste popular sistema operativo, tem reconhecido as falhas de segurança que permitem aos hackers desenvolverem os mais diversos esquemas para invadirem os dispositivos Android.

Vírus NotCompatible

A mais recente falha detectada está associada à Play Store e permite com que os invasores instalem aplicações sem a autorização do utilizador.

Apesar de ter maiores repercussões nas versões Jelly Bean e anteriores, este bug atinge todas as restantes versões.

Tendo sido detectada há já alguns meses, ainda em 2014, não dispõe até ao momento de uma correcção oficial por parte da Google.

A mesma aconselha os utilizadores a utilizarem versões mais recentes dos browsers que já têm o problema resolvido, sobretudo o Chrome, o Firefox e o Dolphin.

Para além disso, será conveniente dispor de uma solução antivírus completa e actualizada.

Selfies sem carregar no botão!

Também não resiste à moda das selfies? Resiste, mas a sua namorada, os seus amigos e a sua família não o deixam em paz?

Sempre que tenta tirar uma selfie, a fotografia sai desfocada, desenquadrada ou torta?

O Blog MisterPC apresenta-lhe uma app que vai simplificar (e muito!) o gesto de tirar uma selfie.

Selfies sem carrregar no botão

Chama-se BrightCam e permite tirar fotografias sem que o utilizador tenha que tocar no ecrã ou pressionar qualquer botão. Disponível gratuitamente na App Store, esta aplicação vem também equipada com diversos filtros que podem ser usados em tempo real e temas para as fotos editadas.

O modo selfie do BrightCam consegue detectar rostos e tirar fotos automaticamente. Deste modo, basta-lhe segurar no seu smartphone ou tablet, apontar aos rostos sorridentes e… já está! Mas este é apenas um dos modos de captura da app. Poderá utilizá-la normalmente, como as restantes aplicações de fotografia.

O BrightCam tem também temporizador e a possibilidade de escolher entre a câmara traseira ou frontal do dispositivo (quando aplicável).

Através das ferramentas de edição de fotografia, poderá também adicionar efeitos de luz, suavização de pele e diferentes tipos de moldura para as fotos. Com a ajuda do estabilizador de imagem, evite as fotografias tremidas e desfocadas.

Antes de instalar a aplicação certifique-se da compatibilidade da mesma com o seu dispositivo e garanta que faz o respectivo download de uma fonte segura. Recordamos que há muitas “lojas de aplicações” cujo único objectivo é a propagação de software malicioso.

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Vírus! Até nos códigos de barras!

O QR Code (Quick Response – Código de Resposta Rápida) é um código de barras bidimensional que pode ser lido por smartphones ou tablets, equipados com câmara fotográfica e respectiva app de leitura. Cada um destes códigos pode ser convertido num texto interactivo, num endereço de internet, num número de telefone, numa localização georreferenciada, num email, num contacto ou num SMS.

MisterPC | QR Code

Tem sido usado em mensagens publicitárias, embalagens de produtos, componentes de automóveis e variados suportes de comunicação e não só.

Estando a sua utilização cada vez mais massificada, tornou-se também um veículo para a propagação de malware.

Por isso a Kaspersky, especialista em segurança informática, lançou recentemente a sua própria aplicação para a leitura de QR Codes. Chama-se “Kaspersky QR Scanner”, é gratuita e já está disponível na Apple Store e na Google Play Store.

Ao fazer a leitura do código, esta aplicação verifica de imediato a existência, ou não, de software malicioso no mesmo. Caso esteja tudo bem, a página é aberta. Caso contrário, a app exibe uma notificação ao utilizador.

É importante que todos tenhamos consciência de que os vírus e todo o tipo de malware não são um problema exclusivo dos computadores, mas que são uma realidade cada vez mais presente em qualquer plataforma tecnológica com acesso à Internet.

Por isso, para além dos cuidados no acesso à Web com o seu telemóvel ou tablet e dos cuidados na instalação de aplicações nos mesmos, é recomendável a instalação de uma boa aplicação antivírus.

URGENTE! O seu telemóvel corre perigo!

Se tem um smartphone Android, saiba que há um conjunto de aplicações que devem ser removidas imediatamente do mesmo.

Conforme temos alertado ultimamente, o número de ameaças para dispositivos com sistema Android tende a aumentar.

Aplicação maliciosa

Para além dos vírus “tradicionais” e dos esquemas para captar os dados pessoais dos utilizadores, a AVAST, empresa especialista em segurança informática, detectou uma série de programas disponíveis nas lojas de aplicações, que visam exibir notificações falsas sobre actualizações de software, pagamentos, violações de segurança e enviar SMS sem permissão do utilizador.

Se tem o jogo de cartas Durak, o IQ Test ou o History instalados no seu smartphone Android, remova-os agora mesmo!

Proteja os seus olhos!

Cansaço nos olhos, dores de cabeça, sensação de desconforto… Resultado do elevado número de horas que passamos em frente ao computador, seja no trabalho ou na escola, seja em casa. Apesar de os monitores mais recentes serem menos prejudiciais à visão, a verdade é que a radiação luminosa pode provocar doenças oculares.

Proteja os seus olhos

Os especialistas afirmam que, apesar de não haver estudos científicos que certifiquem esta relação, é recomendável manter uma distância de segurança de 60cm (75cm caso trabalhe com imagens e gráficos) entre os seus olhos e o ecrã. Este gesto simples diminui as radiações às quais os olhos ficam expostos e reduz o esforço de focagem necessário.

Mas, se estivermos a falar de televisores, a distância de segurança deverá ser calculada multiplicando por cinco a largura do ecrã. Um cuidado a ter de forma especial quando se trata de crianças que brincam perto da televisão.

Por outro lado, esqueça o efeito “sala de cinema”. Para ver televisão de forma confortável para os seus olhos, ilumine o ambiente com luzes amarelas ou brancas e indirectas. De facto, o contraste entre a luz do televisor e a escuridão da sala também é causador de cansaço ocular.

Voltando ao computador. Mantenha sempre os olhos à altura do topo do ecrã. Desta forma, está a corrigir uma eventual má postura corporal e evita tensão no pescoço e nas costas.

Descanse dez minutos de duas em duas horas, deste modo, para além de relaxar os olhos, contribui para um correcto alinhamento da sua coluna.

Outros especialistas recomendam que faça um intervalo sempre que sentir os olhos a arder ou cansaço intelectual. E não precisa parar de trabalhar. Basta que se dedique àquelas tarefas que não requerem o computador: telefonemas, notas, etc.

Dicas úteis

Manter o monitor a 60 cm dos olhos, 4 metros no caso da televisão.

Manter os olhos ao nível do topo do ecrã.

Manter a sala iluminada, seja ela de trabalho ou televisão, com luzes amarelas ou brancas.

Ajuste o contraste e a luminosidade do ecrã, de modo a que se sinta mais confortável.

De duas em duas horas, faça um intervalo de 10 minutos. Será o suficiente para repousar olhos, pescoço e costas.

Evite que os olhos sequem: pestaneje com frequência.

Se usa óculos, opte por lentes anti-reflexo.

Tem Smartphone ou Tablet Android? Cuidado!

De acordo com um recente relatório da Trend Micro, prevê-se que os ataques informáticos a dispositivos Android dupliquem em 2015. O volume acumulado de ameaças dirigidas ao sistema operativo da Google deve passar de 4 para 8 milhões.

Virus Android

Este início de ano tem sido marcado por alarmantes previsões no que à segurança diz respeito. Empresas como a AVG, Cisco, ESET, Kaspersky, McAfee, Symantec e Websense emitiram relatórios e estudos sobre as principais tendências de segurança e privacidade para 2015.

A Cisco, por exemplo, sustenta que as ameaças evoluem de ano para ano: “Tudo o que existia em termos de ataques e ameaças há dez anos continua a ser utilizado hoje pelos hackers”, afirmou Marcelo Bezerra, gerente de Engenharia de Segurança da Cisco para a América Latina.

Na verdade, as tecnologias de ataque informático estão cada vez mais avançadas, com o objectivo de fintar os mecanismos de protecção e aproveitar as falhas dos programas.

Apresentamos-lhe neste artigo aquelas que serão as principais tendências no cibercrime para os próximos meses:

1)      Android e Apple em destaque

A existência de várias versões do Android a rodar em simultâneo é tida como uma das principais fragilidades do sistema, sendo intensamente explorada pelos hackers nos últimos tempos.

A criação de apps falsas que permitem aos cibercriminosos entrar nos dispositivos das vítimas, aliada à dificuldade de actualização dos mesmos, está na origem de grande parte dos ataques.

Por outro lado, os mesmos surgem a partir de routers, modems e outros equipamentos sobre os quais o utilizador não tem qualquer tipo de controlo (por exemplo, redes wi-fi abertas).

A McAfee alerta também para a existência de lojas de aplicações não-credíveis, como principal fonte de malware móvel. É o malvertising (vírus disfarçados de publicidade), que conduz os utilizadores para essas lojas.

Segundo a AVG, e conforme já tínhamos abordado noutro artigo, o ataque a dispositivos Apple é também uma tendência para 2015.

Com uma utilização cada vez maior de iPhones e iPads em escritórios, as empresas tornam-se um alvo preferencial dos hackers.

Aliás, os recentes ataques (como o WireLurker) têm abalado de forma significativa a fama de segurança da Apple.

2)      Ataques com a ajuda do utilizador

Segundo a Websense, os cibercriminosos estão a procurar tirar partido da cada vez maior dependência das pessoas face aos seus smartphones. Na verdade, os dispositivos móveis ganham um peso cada vez mais preponderante nas rotinas diárias dos utilizadores, ganhando também acessos a serviços que antes eram restringidos aos computadores.

Desta forma, abrem-se também portas à entrada de intrusos, que procuram aceder não só aos dados dos utilizadores, mas também aos dados das empresas para as quais trabalham.

De facto, podemos considerar-nos cercados por todos os lados. Para além de sermos alvos, ainda ajudamos o inimigo a atingir os seus objectivos. Estudos realizados em 2014 demonstraram que os hackers deixaram de se focar em servidores e sistemas operativos, porque os próprios utilizadores já fazem downloads de ficheiros com vírus.

Calcula-se também que os processos de autenticação em sites, utilizando as credenciais das redes sociais como o Facebook, sejam outra porta de entrada para os invasores. Ao utilizar o mesmo acesso para entrar em diferentes sites, estamos a facilitar a vida aos criminosos.

Obtendo a password do Facebook, por exemplo, o hacker ganha acesso a muitos outros programas e funcionalidades.

Na verdade, a atenção dos cibercriminosos está cada vez mais centrada nos hábitos de navegação dos utilizadores, apear de estes serem cada vez mais descuidados, trocando privacidade por aplicações.

3)      Ransomware na nuvem

Também já falamos no Blog MisterPC sobre o Ransomware, o malware que bloqueia o sistema e depois pede um “resgate” para que o utilizador possa utilizar o seu dispositivo de novo.

Os especialistas prevêem que sejam desenvolvidas variantes do Ransomware que consigam escapar aos softwares de segurança, sendo o seu alvo favorito os aparelhos com armazenamento baseado na “nuvem”.

4)      Vírus para todos os gostos

A Internet deixou de ser um mundo exclusivo dos computadores. Logo, os vírus informáticos deixaram de ser exclusivos dos computadores. Smartphones, tablets, Smart TVs, consolas de jogos, sistemas biométricos, routers e outros dispositivos ligados em rede estão expostos a ataques.

Em Novembro passado, por exemplo, um site russo exibiu milhares de imagens provenientes de webcams de todo o mundo, incluindo de circuitos fechados de televisão.

Várias empresas de segurança são unânimes em afirmar que este tipo de ataques poderá crescer no médio prazo, assim que os hackers se ambientem nestas novas tecnologias.

5)      Ataques aos pagamentos digitais

A utilização de métodos de pagamento digital em dispositivos móveis (como os Bitcoins, Dogecoins, Apple Pay ou Near Field Communications, por exemplo) abre todo um mundo de novas possibilidades de fraude informática, baseadas em ataques directos aos pontos de venda.

Neste campo é fundamental que os utilizadores estejam bem informados sobre como manter a segurança dos seus dispositivos e do seu dinheiro.

6)      Código aberto, porta aberta

OpenSSL, Heartbleed e Shellshcok, malwares que estiveram em alta em 2014, resultaram de vulnerabilidades existentes em programas abertos.

Falhas deste género podem existir durante anos e serem exploradas pelos hackers sem que ninguém se aperceba.

Por outro lado, prevê-se que os reflexos de ataques como o Shellshock, por exemplo, sejam sentidos durante vários anos.

7)      Velhos problemas por resolver

Flash e JavaScript, nomes associados frequentemente a ameaças informáticas. Com o aperfeiçoamento dos sistemas de segurança os hackers aperfeiçoaram os sistemas de ataque, desenvolvendo malware que combina os pontos fracos das duas partes.

Estes ataques combinados são difíceis de detectar e estima-se que cresçam em 2015.

Mesmo com a chegada da versão oito do Java, bastante mais segura, os cibercriminosos não desarmam e voltaram as atenções para o Silverlight.

Nesta área enquadram-se os ataques a contas bancárias por meio de trojans. Os especialistas acreditam que este tipo de acção tende a aperfeiçoar-se, integrando-se profundamente nos sistemas operativos.

Para além do desvio de dinheiro, estes ataques terão outros objectivos, relacionados com a intercepção de informações confidenciais, que possam ser utilizadas nos mercados financeiros.

Perante este necessário, em que as ameaças informáticas se tornam cada vez mais frequentes e perigosas, nunca é de mais recordar o imperativo de instalar de um bom antivírus, evitar downloads de risco e manter o sistema operativo actualizado.

iOS 8.1.3 disponível para iPhone, iPad e iPod

Os sistemas operativos móveis da Apple já têm disponível uma nova actualização. O iOS 8.1.3, para iPhone, iPad e iPod, requer 136 MB de espaço livre em disco e visa, acima de tudo, reduzir o espaço necessário para as actualizações de software e correcções de segurança.

ios813

Mas, em detalhe, o que faz o iOS 8.1.3?

- Reduz a quantidade de espaço necessária para as actualizações de software

- Corrige um bug que impedia que alguns utilizadores digitassem o ID Apple para o Mensagens e FaceTime

- Resolve problemas de funcionamento do Spotlight

- Corrige erros de multitarefa no iPad

- Introduz novas opções de configuração em contextos escolares

Recordamos que, na MisterPC, prestamos assistência a iPhones e iPads. Caso tenha alguma dúvida ou dificuldade na instalação desta actualização no seu dispositivo, contacte-nos.

 

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