Archive for January 31, 2014

Dicas sobre Wireless

A utilização de redes wireless tem tanto de cómodo como de potencialmente inseguro. Deixamos-lhe neste artigo uma série de pequenos conselhos que o ajudarão a ter uma experiencia wireless mais segura e também mais rápida. Não se esqueça que, em caso de dúvida, deverá sempre consultar ajuda profissional.

Dicas sobre wireless

Resolva problemas de conectividade

Pode parecer estranho, mas 95% de todos os problemas de conectividade à Internet podem ser resolvidos desligando e voltando a ligar o router ou o modem.

Use encriptação

Active a segurança do seu router wireless. Opte pela protecção WPA (Wi-Fi protected Access) ou WPA-2. Das tecnologias de protecção actualmente em uso, estas são as melhores e mais recentes, por comparação com a WEP (Wired Equivalent Privacy), mais antiga e menos eficaz.

Actualize o Firmware do seu router

À semelhança do que acontece com outros dispositivos tencológicos, os routers contêm firmware, ou seja, um conjunto de instruções operacionais, nomeadamente informações de inicialização, que permitem o correcto funcionamento do aparelho.

Estas instruções são regularmente actualizadas pelos fabricantes, de modo a aumentar a performance, ou resolver problemas de funcionamento e segurança.

Para actualizar o firmware do seu router aceda ao site do fabricante e procure informação sobre este tema.

Aumente a intensidade do seu sinal wireless

Barreiras físicas como paredes podem degradar a intensidade do seu sinal wireless, causando dificuldades de acesso e navegação na Internet.

Para ultrapassar este problema, coloque o seu router num plano mais elevado (o sinal propaga-se no sentido descendente). Pode também considerar a aquisição de um repetidor de sinal ou de uma antena que lhe permita aumentar o mesmo.

Mude a password de administração

Cada router tem uma conhecida password usada para aceder à página de configuração do mesmo. A maior parte dos softwares de configuração obriga-o a mudar essa password, mas nem todos o fazem. Assegure-se de que altera essa password, de modo a evitar que desconhecidos acedam às configurações do seu equipamento.

Retome as configurações de fábrica

Se perdeu ou esqueceu as credenciais de login no seu router, pode sempre efectuar um reset de modo a repor as configurações de fábrica. Deste modo poderá definir uma nova password.

Desactive a emissão do SSID

O SSID (Service Set Identifier) é o nome da sua rede. Ao desactivar a emissão do SSID, os seus vizinhos ou outras pessoas que estejam por perto, ficam impedidas de visualizar e tentar aceder à sua rede. Consulte o manual do router para saber como efectuar esta operação.

Mude o SSID por defeito

Ao manter o SSID que o router traz por defeito, está a dizer ao mundo que não configurou o equipamento e que o mesmo está vulnerável a ataques.

Filtre o acesso

Cada dispositivo de rede dispõe de uma “impressão digital” única, chamada endereço MAC (media access control).

Pode configurar o router para filtrar ligações através deste endereço MAC, de modo a que apenas os seus dispositivos se possam ligar à rede.

Configure para 5GHz

A maioria das redes actuais opera na frequência de 2.4GHz, a mesma em que operam os micro-ondas, telefones sem fios e outros aparelhos. De modo a evitar interferências, muitos dos routers mais recentes são capazes de transmitir em 5GHz, com 23 canais.

Limite o número de clientes DHCP

A maioria das pessoas usa o router como servidor DHCP, ou seja é ele que atribui os endereços IP aos dispositivos ligados.

Ao limitar o número de clientes, está a prevenir que intrusos invadam a sua rede.

Use a firewall do router

As firewalls de hardware, por norma, são mais seguras que as de software.

Mude o canal

Como dissemos atrás, a maioria dos routers funciona na frequência 2.4GHz. Os mesmos têm apenas 3 canais: 1, 6 e 11.

Por defeito, o router usará maioritariamente um destes três canais. A má notícia é que os routers dos seus vizinhos também. Por isso, se começar a perder a ligação ao router, a Internet ficar lenta, ou ambas as situações, experimente mudar o canal. Se o defeito for o 1, mude para o 11; se for o 6 tente um dos outros dois.

Desactive a partilha de ficheiros em público

Se está num local público, desactive as opções de partilha de ficheiros e impressoras.

Caso tenha dúvidas em qualquer um dos procedimentos que recomendamos neste artigo, não hesite em contactar um técnico de informática. Melhor que ninguém o ajudará a configurar de forma profissional e segura a sua rede wireless.

Qual o disco externo certo para si?

Com a quantidade de fotografias, vídeos, música e outra informação importante que temos armazenada nos nossos computadores, é uma boa ideia investir num disco externo, não só como forma de complementar o espaço disponível no disco do PC, mas também para funcionar como suporte para cópias de segurança.

Disco externo portátil

É fácil perceber a importância de um disco externo, o difícil é determinar qual o melhor disco para nós, dada a quantidade de modelos disponíveis no mercado.

Ao iniciar o seu processo de escolha, tenha em atenção factores como a frequência com que pretende realizar os seus backups, quanto espaço necessita e que tipo de ficheiros pretende armazenar. A portabilidade da unidade também é um aspecto a considerar. O seu disco terá que ser leve e portátil, para que o transporte facilmente consigo, ou será algo para estar permanentemente no seu escritório?

A resposta a esta e outras questões é fundamental na escolha do seu disco externo.

Escolha a capacidade de armazenamento ajustada às suas necessidades

Uma rápida vista de olhos por uma loja de tecnologia leva-nos a concluir que há discos para todas as capacidades: desde 2GB até 4TB, encontra uma grande variedade de modelos.

Por isso, é fundamental que saiba que tipos de ficheiros irá armazenar na sua nova unidade.

Se for apenas para guardar alguns documentos, uma Pen USB cumprirá bem com a função. Actualmente estão disponíveis numa infinidade de formatos, são muito práticas, baratas e podem andar sempre consigo, na carteira ou num porta-chaves. A sua total portabilidade faz com que se revelem ideais para estudantes que necessitam de partilhar informação entre casa e a escola, ou para profissionais que repartem o seu trabalho entre casa, o escritório ou outros locais.

Se para si uma pen não é suficiente e, no entanto, a informação que pretende armazenar resume-se a textos, emails e documentos semelhantes, poderá optar por um modelo de entrada de gama: discos já com uma capacidade de armazenamento significativa, mas com preço reduzido.

Se o objectivo do seu disco será armazenar uma elevada quantidade de fotografias e vídeos, então o ideal será investir num equipamento com 1 ou 2TB de capacidade.

Velocidade de transferência

Para cópias de segurança de rotina praticamente qualquer disco externo serve. No entanto, se nesses backups estiverem incluídos ficheiros pesados, talvez necessite de um modelo com uma velocidade de transferência superior. Neste caso é recomendável que verifique a compatibilidade entre o computador e o disco que pretende adquirir, principalmente se o seu PC já tiver alguns anos.

O USB 2.0 com os seus 480Mbps (mega bits por segundo) é a tecnologia mais usada. Há também a FireWire, nos formatos 400Mbps e 800Mbps, mas menos comum. Seguem-se os drives eSATA que, em teoria, chegam aos 3Gbps (giga bits por segundo). Já com uma frequência considerável no mercado encontramos dispositivos com tecnologia USB 3.0, 10 vezes mais rápida que o USB 2.0, atingindo os 5Gbps.

Mais recentemente, resultante de uma colaboração entre a Apple e a Intel, surgiram os modelos Thunderbolt, com taxas de transferência na ordem dos 10Gbps.

Mas lembre-se: quanto maior a velocidade, mais caro será o disco.

Portabilidade

Se tem necessidade de transportar frequentemente o seu disco, de casa para a escola, ou para o escritório, irá necessitar de um modelo pequeno, leve e portátil. Por certo, irá querer algo que caiba facilmente numa mochila, numa mala, numa bolsa. Procure modelos com maior protecção dos dados, para a eventualidade de o disco cair ao chão. Tenha também atenção à construção do mesmo, nomeadamente à solidez e resistência da caixa.

Se não tiver necessidade de portabilidade, poderá adquirir um modelo mais barato. Por norma, estes discos necessitam de serem ligados à rede eléctrica. Se optar por um disco deste tipo, escolha um modelo com sistema de ventilação, de modo a que a unidade possa funcionar plenamente durante mais tempo.

Encriptação por hardware

Em caso de roubo ou perda do seu equipamento, é importante ter os seus dados mais importantes protegidos. Alguns modelos dispõem de funcionalidades de encriptação dos dados via hardware.

Confie nas marcas de renome

Na maior parte das vezes compensa pagar um pouco mais para adquirir um dispositivo de marca, do que confiar em modelos mais baratos, de marcas desconhecidas.

Em muitos casos, estes dispositivos mais baratos têm preços apelativos pois são construídos com material de mais baixa qualidade.

Faça o trabalho de casa

Pesquise várias opções, compare preços e modelos, antes da sua escolha final.

Consulte também opiniões de outros utilizadores em sites da especialidade.

Relembramos que no caso do seu disco externo ser destinado a cópias de segurança, é recomendável recorrer a um serviço profissional para configurar o seu sistema de backup. 

Só até 15 de Fevereiro – 20% Desconto Anti-Vírus Kaspersky

Até 15 de Fevereiro de 2014, a MisterPC proporciona-lhe um desconto especial na aquisição de produtos Anti-vírus Kaspersky:

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Como aceder a outro computador a partir do meu?

Aceder a outro computador a partir do nosso pode ser bastante útil quando utilizamos diferentes máquinas em casa e no trabalho e necessitamos de aceder a ficheiros, ou executar determinadas tarefas num, ou noutro, remotamente.

Há várias maneiras de realizar esta operação, as quais deverá considerar de acordo com as suas necessidades e o seu orçamento, pois há métodos gratuitos e métodos pagos.

A maioria das opções disponíveis exige-lhe a instalação de um software e respectiva configuração do mesmo. Existem também serviços online que lhe permitem adicionar computadores a uma determinada conta à qual, após efectuar o respectivo login, poderá aceder, controlando através dela os diversos dispositivos.

Em qualquer caso, o acesso remoto só funcionará se o computador de destino estiver ligado.

Método 1: Dar permissão para acesso remoto através de convites de assistência remota

Irá necessitar de realizar este procedimento no computador ao qual pretende aceder remotamente:

1 – Ir ao menu Iniciar, clicar em “Computador” com o botão direito do rato e, de seguida, em “Propriedades”

2 – Clicar em “Definições remotas”

3 – Clicar em “Permitir convites de assistência remota para este computador”

4 – Clicar em “Permitir ligações de computadores com qualquer versão do Ambiente de Trabalho Remoto”

5 – Enviar um convite a quem lhe vai prestar assistência / ajuda.

Para isso deverá ir ao Menu Iniciar (em baixo do lado direito), e escrever o seguinte, na caixa “Procurar programas e Ficheiros”: Assistência Remota do Windows.

De seguida, clicar no item com este nome que aparece na parte de cima do ecrã.

6 – Clique em “Convidar alguém para o Ajudar”. Depois clicar novamente em “Convidar alguém para o Ajudar” e, posteriormente, escolher a opção “Utilizar o Correio Electronico para enviar convite”.

O passo final será inserir o endereço de email de quem o vai ajudar. Também irá aparecer no ecrã uma palavra passe que deverá fornecer ao seu “ajudante”.

Método 2: Através de serviços online

Alguns serviços online permitem-lhe aceder a um ou mais computadores sem necessidade de instalar qualquer software. Eventualmente poderá ser necessário instalar algum Plug-in, mas estes são programas leves e que ocupam pouco espaço no seu disco.

Aqui ficam alguns dos serviços mais populares:

GoToMyPC: Pode ser utilizado em MAC e em Windows. Tem também disponível uma aplicação para iPad.

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LogMeIn: Este site oferece-lhe muitos serviços que permitem o acesso remoto ao seu computador. Entre outros, tem disponível um serviço de backup (cópia de segurança).

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WebEx PCNow: Permite-lhe aceder a ficheiros e emails a partir de outros computadores. A configuração demora apenas alguns minutos e até lhe permite aceder a webcams, usando-as como câmaras de segurança.

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Teamview: Para além das funcionalidades de aceso remoto, permite realizar reuniões com 25 participantes e apresentações com base no navegador.

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Método 3: Através de software

Para um acesso e transferência de ficheiros mais rápidos, recomendamos a utilização de um software específico para acesso remoto. A grande vantagem face aos serviços online é que a ligação é estabelecida directamente entre os computadores, não tendo qualquer servidor como intermediário. Deste modo, a velocidade de transacção de dados entre as duas máquinas dependerá apenas da velocidade da sua ligação à Internet.

Aqui ficam alguns dos programas mais utilizados:

LapLink: Pode ser usado no seu computador, assim como em smartphones e outros dispositivos móveis. Compatível com diferentes browsers: Firefox, Internet Explorer, Netscape e Opera.

RealVNC: Programa com várias versões disponíveis, consoante o tipo de utilizador.

Windows Remote Desktop: Algumas versões do Windows vêm com este software pré-instalado. No entanto, é necessário activar e configurar o programa antes que o mesmo possa ser utilizado com sucesso.

Conclusão

Qualquer método de acesso remoto a um computador comporta riscos de segurança e pode abrir portas a ataques informáticos ou à instalação de software malicioso.

Assegure-se de que possui um anti-vírus actualizado e que, finda a ligação remota, a sua firewall é de novo activada.

Não instale qualquer software, sem ter a certeza de que o mesmo é fidedigno. Em caso de dúvidas, consulte um especialista.

 

Como preservar as suas memórias digitais?

Todos os dias produzimos com os nossos computadores, tablets e smartphones uma enorme quantidade de informação: documentos, emails, fotografias…

Pen USB

Essa informação tem muito valor, valor esse que, muitas vezes, descuramos. Na verdade, só quando uma avaria acontece é que nos apercebemos da importância que a informação constante dos nossos dispositivos tem nas nossas vidas.

Muitos utilizadores confiam em serviços online de backup (cópias de segurança) para preservarem a sua informação. Contudo, do mesmo modo que os nossos discos caseiros avariam, os discos dos serviços online também, arrastando consigo os dados de milhões de utilizadores.

Jason Scott, especialista nesta matéria, estabelece uma curiosa comparação: “O Google é uma biblioteca ou um arquivo, do mesmo modo que um supermercado é um museu de comida.”

Por isso, apresentamos-lhe aqui cinco pequenos conselhos que o vão ajudar a preservar de forma segura o seu arquivo digital.

1 – Faça já uma cópia de segurança.

Não é preciso muito. Com poucos euros adquira uma pen usb e arraste para lá os seus documentos.

É claro que vai precisar de muito mais do que isto para uma protecção efectiva da sua informação. No entanto, o primeiro passo está dado, garantindo que os ficheiros mais relevantes estão replicados em mais que um suporte.

2 – Defina prioridades

Nem tudo o que temos guardado no disco tem o mesmo grau de importância. As fotografias do jantar de Natal da empresa não terão o mesmo valor que aquele relatório que o seu chefe lhe pediu e que tanto trabalho lhe deu a finalizar.

Por outro lado, ficheiros mais antigos e nos quais não mexe há anos, poderão ter já perdido a sua relevância e até poderão ser apagados.

Considere se poderá substituir determinado ficheiro em caso de perda. Por exemplo, música e filmes são facilmente substituíveis, portanto, poderá não ser necessário incluí-los numa cópia de segurança. O mesmo já não acontece com documentos e fotografias.

3 – Cuidado com os serviços online

Nenhum serviço online deve ser considerado um arquivo permanente. Por vezes, estes serviços falham, a sua conta pode ser suspensa, ou os seus dados perdidos por acidente.

a)      Nunca confie os seus dados a um serviço que não lhe permita recuperá-los facilmente.

b)      Escolha o seu endereço de email de uso corrente para o registo nestes serviços. O meio privilegiado de comunicação é sempre o correio electrónico e, caso haja algum problema, será dessa forma que o irão contactar.

c)       Mantenha cópias locais de tudo o que enviar para o serviço online.

d)      Confie em serviços/empresas credíveis.

4 – Faça cópias de segurança regulares

Em primeiro lugar, recorde o artigo que dedicamos a este assunto, clique aqui.

No entanto, dada a delicadeza desta matéria, recomendamos que consulte um técnico especialista, antes de se aventurar a fazer backups.

5 – Não se esqueça dos seus dispositivos móveis

Pelas suas características são mais susceptíveis a avarias, quedas, choques. Daí, uma maior necessidade de preservar a informação neles constante.

A terminar, reiteramos o conselho para confiar em profissionais para a realização de backpups, assim como para recuperar informação perdida.

 

Como escolher um tablet

Eles estão na moda. São cada vez mais os tablets que vemos desfilar nos transportes públicos, nos cafés, nos shoppings, em salas de espera… Em alguns serviços já somos atendidos por um funcionário de tablet na mão.

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De facto, a sua extrema portabilidade aliada às múltiplas funcionalidades fazem destes dispositivos uma ferramenta muito útil nos nossos dias.

Por outro lado, a gama de modelos, configurações e preços é cada vez mais abrangente, sendo o tablet um equipamento cada vez mais acessível.

Se também já se rendeu ao fascínio dos tablets e pretende adquirir um, siga as nossas cinco dicas que o vão ajudar no seu processo de escolha:

1 – Qual a utilização que vai dar ao seu tablet

É a questão fundamental na escolha de qualquer equipamento electrónico, computador, smartphone, câmara digital. E os tablets não são excepção.

Se tudo o que pretende é navegar na Internet, consultar o e-mail e ver filmes, à partida, qualquer modelo de entrada de gama, cumprirá sem problemas com essas funções. Aliás, estas funcionalidades estão também disponíveis nos smartphones, pelo que a única vantagem aparente de ter um tablet será o maior tamanho do ecrã.

Por isso, seja mais específico ao considerar a utilização do seu futuro tablet.

Irá utilizá-lo como ferramenta de trabalho, de estudo, ou apenas uso pessoal?

Será para substituir o computador, ou como complemento do mesmo?

Dará prioridade aos jogos e às aplicações multimédia, ou à Internet, e-mail e redes sociais?

Serão as respostas a estas questões que o vão ajudar a determinar qual o melhor sistema operativo e o tamanho ideal do ecrã.

2 – Compare aplicações e sistemas operativos

Depois de ter elaborado a lista de tarefas que irá realizar com o seu tablet, escolha qual o sistema operativo adequado a si. Os mais comuns são o Android, o Windows e o iOS da Apple, sendo que este último é específico dos iPads.

Se o seu tablet servirá, sobretudo, para a criação e edição de documentos e folhas de cálculo, o Windows será uma boa opção. É verdade que pode trabalhar com ficheiros do Office num iPad ou num tablet Android, mas necessitará de uma aplicação paga para o fazer.

Para jogos e multimédia, o iPad continua a apresentar-se como melhor opção, apesar de alguns tablets Android já ultrapassarem a resolução de ecrã e capacidade de processamento do tablet da Apple.

Outro aspecto onde a Apple vence a concorrência é o número de aplicações disponibilizadas na App Store.

3 – Compare características

Agora que escolheu o seu sistema operativo, o número de modelos a considerar diminuiu consideravelmente, podendo concentrar-se numa comparação mais específica das características de cada um.

Se a sua escolha recaiu sobre um iPad, saiba que tem à sua disposição o modelo Wi-Fi, que necessita de acesso a uma rede Wi-Fi para aceder à Internet, e o modelo 3G, que se liga à Internet via 3G, quando não há Wi-Fi disponível.

Para cada um destes modelos tem disponíveis opções com 16GB, 32GB ou 64GB de armazenamento. Depois, só tem que escolher a cor: preto ou branco.

Se optou por um tablet Android ou Windows , deverá comparar características entre os vários modelos, de vários fabricantes. Recomendamos o foco da sua atenção na duração da bateria, no acesso Wi-Fi, 3G ou 4G, na capacidade de armazenamento e processamento, assim como nos extras, como câmaras e acessórios.

4 – Compare o aspecto e o tamanho

Se, até ao momento, estava a realizar a sua pesquisa na Internet, é uma boa altura para ir a uma loja e ver os tablets com os seus próprios olhos… e mãos!

Procura um tablet com o maior ecrã possível, ou um que caiba facilmente numa pequena mala ou mochila?

Procura algo robusto que possa levar para o local de trabalho, ou um equipamento fino e leve?

Vai ser usado apenas por adultos, ou vai deixar os seus filhos brincarem com ele?

Veja os vários modelos em funcionamento e verifique se se sente confortável com o tamanho do ecrã, o peso e a espessura. Teste o ecrã e o seu grau de resposta ao toque.

5 – Preço

Neste ponto, provavelmente, já sabe qual o tablet que melhor se ajusta às suas necessidades. Mas falta considerar um aspecto importante: o preço.

Se, estabeleceu um determinado orçamento como ponto de partida e o modelo que escolheu enquadra-se nesse valor, então, parabéns!

No entanto, muitas vezes damos por nós divididos entre o modelo que realmente queremos e o modelo que realmente podemos comprar.

Antes da sua decisão final, certifique-se de que está a comparar iPads com iPads, Androids com Androids, Windows com Windows, em termos de armazenamento, processamento, acesso à Internet e tamanho.

Para além do custo do tablet, considere o custo de qualquer acessório ou aplicação que venha a necessitar. Tenha também em atenção os preços praticados pelo seu operador de 3G ou 4G.

Por fim, volte à Internet e procure artigos, testes e opiniões sobre o equipamento que está a pensar adquirir.

O que fazer com o computador velho?

Agora que já tem um computador novo, poderá interrogar-se sobre o que fazer ao antigo.

Simplesmente colocá-lo no lixo, não é boa solução, principalmente pelos problemas que isso poderá causar ao meio ambiente.

Se o seu PC antigo ainda funciona, poderá doá-lo a uma instituição onde o mesmo possa ser útil. Poderá também vendê-lo ou reaproveitá-lo.

O que fazer ao seu velho computador?

Veja as nossas sugestões:

1 – Se tiver uma pequena empresa ou negócio, pode utilizá-lo como servidor.

2 – Mantenha-o como equipamento de reserva, para que não fiquei privado de computador, caso a sua máquina nova avarie ou, por alguma circunstância, necessite de uma segunda máquina.

3 – Use-o para instalar um sistema operativo alternativo (ex.: Linux). Será uma boa forma de aprender algo novo.

4 – Desmonte-o e aproveite as peças que ainda funcionem. Poderá vendê-las em separado, ou até aproveitá-las na nova máquina (ex.: fazer um upgrade de memória), considerando que há compatibilidade entre os modelos.

Nota: Nesta opção, recomendamos ajuda técnica especializada. Clique aqui para saber mais.

5 – Transforme-o num media server que faça a gestão dos seu sistemas de entretenimento, como TV e dispositivos de som.

6 – Porque não, criar um sistema de segurança para a sua casa ou escritório? Ligue webcams ao PC e, com a ajuda de software especializado, instale um circuito fechado de televisão.

7 – Use-o como dispositivo de backup. Clique aqui para saber mais.

No entanto, se não for possível reaproveitar o seu velho computador com alguma destas sugestões, deposite-o num “Ponto electrão”, de modo a garantir que esse lixo terá o tratamento adequado.

Como escolher um Computador Portátil

Comprar um computador portátil pode revelar-se uma tarefa complicada, principalmente devido à grande variedade de marcas e modelos existentes no mercado.

Há portáteis para todos os preços, formatos, configurações.

Com este artigo, a MisterPC pretende dar-lhe linhas de orientação no processo de aquisição do seu novo portátil.

Primeiros passos

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Que utilização vou dar ao PC?

Esta é a pergunta à qual deverá procurar dar resposta e que deverá guiá-lo em todo este processo.

A utilização que pretende dar ao computador deverá ter sempre prioridade sobre o preço. Lembre-se que os portáteis têm limitações ao nível da possibilidade de efectuar upgrades / melhorias, pelo que simplesmente comprar a máquina mais barata que encontrar na prateleira poderá comprometer para sempre a sua satisfação com o equipamento.

Por outro lado, comprar um computador só porque ele é caro, também não é uma política adequada. Correrá o risco de ficar com demasiada tecnologia nas mãos, desperdiçando o investimento.

1 – Ecrã, peso e mobilidade

Portátil mobilidade

Em primeiro lugar, pense se o portátil que irá adquirir será utilizado como seu computador principal, ou como complemento de outro equipamento.

Se for o seu computador principal, com certeza irá passar mais horas em frente ao mesmo, necessitando de um ecrã com dimensões consideráveis (entre os 15.6’’ e os 17’’ será um bom compromisso), para uma utilização confortável.

Se vai utilizar o PC para trocar e-mails, navegar na Internet, ouvir música e ver vídeos, um ecrã de 10’’ a 13’’ serve perfeitamente.

Alie este aspecto ao grau de mobilidade que necessita. Irá deslocar-se constantemente com o PC, ou será para uma utilização predominantemente fixa? No caso de ter necessidades intensivas de deslocação, deverá considerar um equipamento mais leve, com um tamanho de ecrã mais reduzido e, acima de tudo, com uma maior autonomia da bateria.

2 – Performance

a) Processador

Conforme explicamos no artigo sobre o processador, ele é o “cérebro” do computador, como tal tem um papel importante na performance da máquina.

Desde há alguns anos que a Intel facilita a escolha dos utilizadores ao classificar os seus processadores em 4 famílias: Celeron, i3, i5 e i7.

A família Celeron é recomendada para utilizações simples: Internet, email, processamento de documentos, música, vídeos ( desde que não necessite de Alta Definição).

A família i3 já lhe permite uma utilização  que inclua edição de imagem, jogos e filmes de alta definição.

A família i5 já lhe permite uma utilização mais exigente que inclua edição de imagem avançada, jogos 3D e filmes de alta definição.

Os processadores topo de gama, da família i7, são recomendados para uma utilização intensiva de programas exigentes e para elevada performance em jogos.

b) Memória

Actualmente, os computadores de entrada de gama estão equipados com 4GB de memória RAM. É o suficiente para uma utilização normal. No entanto, se necessitar de trabalhar com edição de imagem, programas pesados ou jogos de alto rendimento, convém adquirir uma máquina com 8GB, ou mais, de memória RAM.

c) Placa gráfica

O mesmo raciocínio aplica-se à placa gráfica. Se a sua utilização se resume a navegar na Internet e ao manuseamento de documentos, não terá necessidade de uma placa gráfica dedicada.

Caso necessite de grande exigência gráfica, seja por questões pessoais ( Jogos ou aplicações 3D pesadas ), deverá ter sempre em consideração que a Placa Grafica do equipamento escolhido deverá ter a maior quantidade de memoria Ram possivel e também o processador gráfico mais rapido possivel. No caso de existirem duvidas, deverão apontar o Modelo da Placa Grafica em questão, e procurar na Internet / Site do fabricante os valores de referência / dados da Performance da mesma.

3 – Armazenamento

Armazenamento - Portáteis

Já se sabe que quanto maior for a capacidade do disco, mais ficheiros e programas poderemos armazenar no computador. Contudo, o disco é também responsável pela velocidade global da máquina.

Os discos HDD são os mais comuns e mais baratos. Simultaneamente, são mais lentos comparados com os recentes SSD. Estes, apesar de mais caros, conferem maior velocidade ao sistema e são mais leves, sendo que o seu preço tem vindo a descer.

Caberá a si decidir se valoriza mais a capacidade de armazenamento ou a velocidade.

Alguns computadores já combinam as duas tecnologias: um SSD para o sistema operativo e aplicações e um HDD para armazenamento de dados. Deste modo, o computador fica mais rápido a ligar, assim como os programas mais rápidos a abrirem, sem abdicar de capacidade de armazenamento.

4 – Multimédia

Multimedia - Portáteis

Se, para si, o computador é o principal dispositivo para ouvir música, ver filmes e séries, então dedique um especial cuidado à escolha dos componentes de som e imagem.

No que diz respeito à imagem, já são bastante comuns os portáteis com resolução Full HD.

A nível do som, mesmo nos modelos de entrada já vêm equipados com colunas de elevada qualidade. Alguns modelos do fabricante Asus trazem consigo um subwoofer externo.

Os portáteis mais finos e mais virados para a mobilidade não vêm equipados com leitor de DVD, pelo que deverá ter em atenção este aspecto, caso seja consumidor destes suportes.

5 – Input e output

Portáteis - Ligações

Pretende ligar o seu portátil a uma TV ou a um monitor externo? Então, recomendamos que procure um equipamento com porta HDMI.

Se, para si, é importante a conectividade com o seu telemóvel/smartphone, então deverá verificar a existência de tecnologia Bluetooth.

Assegure-se que o número de portas USB é o suficiente para as suas necessidades: impressora, rato, entre outros.

Se, da utilização que faz do seu computador, fazem parte grandes quantidades de texto digitado, convém experimentar o teclado para ver se sente confortável a escrever.

Se usa o PC em ambientes com pouca luz, então um teclado retroiluminado poderá ser uma boa opção.

Portáteis - USB

 

Conclusão

Antes de comprar o seu novo equipamento, reflita sobre o tipo de utilização que lhe dará e, com a ajuda deste artigo, faça uma lista das características que o PC deverá ter. Deste modo, quando se dirigir a qualquer ponto de venda de material informático, será mais fácil escolher a sua máquina, tendo em conta a sua maior ou menor disponibilidade orçamental.

Boas compras!

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